sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Seu Jorge, Parabéns Grammy Merecido!

Seu Jorge, simplesmente arrasa!..
com suas músicas, e seus filmes...talent imprescíndivel á tudo e há todos, merece sempre tudo de bom e de melhor, pessoa humilde e talentosa, maravilhoso.
Tó aqui pra dizer simplesmente que sou sua fã de carterinha, Parabéns pelos projetos de beneficiar jovens carentes que não tem como ter o desfrute de ouvir sua música ou conhecer seus shows. Seu Jorge grande razão da raça negra brasileira.
Valores, em suas grandes e diversificadas letras, que traduzem, cheiro poético mais lindo do mundo..
Simplesmente Amoooo Seu Jorge......

Bjão...Jéssica

Seu Jorge, Parabéns Grammy Merecido!

Um pouco de trilógia Madonna, Pra Vc's!..







É principalmente a nossa comunidade gay que está em polvorosa por causa da vinda de Madonna para o Brasil. Os gays se identificam com a pop star desde que ela estreou na cena pop internacional, no início dos anos 1980. Aliás, assim como é própria dos gays a inclinação para a leitura, para o desenho, para a imprensa, enfim, para as artes ou para a cultura, é específica do modo de vida da ampla maioria dos gays a identificação com personagens ou personas femininas, em especial as heroínas e as divas do cinema ou da música.
Ao contrário de outras divas (como, por exemplo, Barbra Streisand, que só é ícone da cultura gay dos anos 70), Madonna atravessou gerações: ela triunfou sobre os detratores; sobreviveu à renovação permanente que move a indústria do entretenimento e que levanta ídolos com a mesma velocidade com que os derruba; deslocou-se da condição de objeto das mídias para a de manipuladora das mídias; e virou história.
Madonna venceu o tempo e o espaço. Do Alasca à Terra do Fogo; de Lisboa a Pequim, pouquíssimos são os que nunca ouviram falar dela nesses últimos quase trintas anos. Madonna conquistou milhões de fãs em todo mundo por causa da música, mas, sobretudo, pela combinação desta com a atitude – atitude é tudo que se espera de uma estrela.
Parte significativa destes fãs é formada de gays. Como eu ia dizendo, desde que se anunciou a vinda de Madonna para o Brasil, a comunidade GLS está em polvorosa. Gays que me conhecem e os que não me conhecem pessoalmente, quando me encontram, repetem a mesma pergunta: “Você vai ao show de Madonna?”. “Não”, eu respondo, para espanto de meus interlocutores. Não, eu não vou a nenhum dos shows de Madonna no Brasil. “Por quê?” é a pergunta seguinte (e eu imagino que também seja a pergunta que alguns de vocês gostariam de me fazer agora).
Ora, porque já não tenho mais paciência nem energia para encarar multidões – eu que já perdi as contas de quantos carnavais de rua já brinquei em Salvador, em meio a milhões de foliões desembestados. Eu quero cada vez mais sossego e conforto. Em vez de pagar um ingresso caro e correr o risco de ver Madonna com as dimensões de uma pulga loura, a saltitar num palco gigantesco, em vez disso, eu prefiro alugar ou comprar um DVD da cantora e ver os detalhes e os extras no aconchego da minha sala e longe das filas e do sol ou da chuva.
Só os que sofrem de paixonite de massa por Madonna podem encarar um Maracanã lotado para ver a pop star. E o Maracanã estará lotado porque Madonna, como nenhuma outra estrela pop, sabe despertar a paixonite de massa. Porém, eu não sofro de paixonite por ela. Gosto mais de Madonna pelo seu impacto na cultura do que simplesmente pelo fato de ela ser uma diva pop. Interessa-me mais seu pós-feminismo, que a leva ora a celebrar a bissexualidade sadomasoquista ora a posar de mãe e esposa devotada, a distribuir comida a galinhas, na capa da Vogue. Prefiro, antes, a sua representação de mulher livre da dominação masculina – livre, inclusive, para se fazer de escrava do homem que ama. Gosto mais de seus questionamentos da moral ocidental por meio de performances estéticas em que cabem tanto louvores a um santo negro e vítima da Ku Klux Klan quanto os símbolos da cabala judaica, passando por uma immaculate collection dedicada ao Papa. Eu gosto de Madonna porque, ao contrário das outras estrelas “transgressoras”, ela não simula a loucura: ela perturba de fato.
Sim, Madonna desperta e promove a paixonite de massa, que é o motor do consumo. Mas, ao mesmo tempo, ela desorienta seus consumidores quando, por exemplo, aparece pagando um boquete numa garrafa tradicional de coca-cola. Há atitude mais perturbadora porque política?
Não me lembro de ter sofrido de qualquer paixonite ao longo de minha vida (na adolescência, talvez eu tenha desenvolvido um princípio de paixonite por Caetano Veloso, Daniela Mercury e Adriana Calcanhotto, mas, este princípio de paixonite logo se transformou em admiração crítica). A paixonite de massa é o interesse na fama e no sucesso que se encerra aí, na fama e no sucesso; é o interesse apenas por quem ou pelo que está na crista da onda ou no topo das listas; é o gosto frívolo e histérico. Ela é característica dos adolescentes e jovens (o que explica, entre outras coisas, o ranking do Bloglog e o fato de o NXZero ter substituído os Detonautas no papel de bola da vez da cena teen).
Não escolho meus ídolos pela paixonite, mas, sim, pela relevância cultural de seu trabalho, assim como não escolho um exemplo a ser seguido pela quantidade de títulos, prêmios, cinturões ou medalhas que ele ganhou por causa de seu trabalho, mas, sim, pelo fato de ele ter retidão de caráter, ser honesto consigo e com os outros e não exibir virtudes que, de fato, não possui (ou seja, não ser hipócrita).






Bjão..Jéssica

Professora..Querida..................




Socorro PROFESSORRRRRRRRRRAAAA
Estou de volta ao Rio de janeiro.
Hoje farei, portanto uma sessão “diário” em meu blog.
Vamos lá...
Era uma vez...
Não, era uma vez é para historinhas de dormir.
Que tal: Geeeeenteeeeeeeeee.......
Não esse começo seria mais indicado para uma viagem de compras em Nova York.
É que existem tantas formas de se começar um texto “esta é minha vida” que às vezes procuro uma inspiração para não repetir o óbvio e evidente, mas como já comecei mesmo, então seguirei com o conteúdo.
Pois bem, li todos os comentários, os gozos, as gozadas, os gozados, as críticas, o falso moralismo, o moralismo falso, os diálogos, os conflitos, enfim a expressão desse laboratório de seres humanos que compõem a fauna deste canal.Um em especial me chamou atenção pelo fato de concordar com que fora colocado.
De fato a maneira informal como escrevo por aqui expõe algumas deficiências que tenho com relação à gramática tendo em vista que não pago um editor ou mesmo um profissional para que a correção seja feita antes da postagem. Em meio à nova linguagem desenvolvida pelos jovens por meio da internet muito me preocupa os caminhos que a língua portuguesa vem tomando. Basta vagar por comunidades no orkut ou mesmo nos comentários para observarmos que nossa decadência não é só política ou social, é também cultural e o que para alguns possa parecer um avanço natural da velocidade que a informação vem ganhando, para mim é apenas mais uma desculpa para justificar o assassinato do português. Talvez, reflexo da falta de interesse da população pela literatura, ou mesmo pela dificuldade que nos é imposta por tantas regras que fazem da gramática portuguesa uma das mais difíceis do universo. Podemos justificar por N caminhos o que no fim das contas não adiantará nada, tendo em vista que justificativas e bons argumentos encontramos para tudo aquilo que desejamos legitimar, seria só mais uma tese. Procuro ser o mais correto possível e acima de tudo claro em minhas intenções literárias. Já li livros de Chico Buarque de Holanda, por exemplo, que não continham qualquer vírgula e já me embrenhei em textos de Clarice Lispector que começavam com uma vírgula, de modo que a maneira como o autor escolhe para se expressar deve levar em conta suas metas.
No texto anterior, por exemplo, vivenciamos uma confusão de tempos verbais. O que para alguns pode ter parecido um erro comum, para mim fora uma tentativa de expressar a relatividade dos acontecimentos na minha cabeça. Costumo escrever como se estivesse falando com o leitor e por esse ponto de vista utilizo as vírgulas como respiração. É como se estivesse buscando ar para dar continuidade a uma idéia ou criando o meu tempo diante do sentimento que imponho ao texto. No geral creio que consigo atingir bem meus objetivos e os leitores entendem na maioria das vezes o que me confere explicitar. Creio que esse Blog não deva ser levado como exemplo de estética literária para ninguém, pois como se propõe é apenas um blog, dentro da informalidade que advém da proposta. Contudo, acho válido o debate, a exposição da comentarista e minha resposta pois buscarei sempre evitar os erros grotescos que são deveras encontrados por ai, no entanto não vou propor uma regra ortográfica perfeita por ter consciência de que levaria muito mais horas do que já levo para escrever e não tenho ainda recursos financeiros para manter um responsável por revisar todos estes textos tendo em vista a condição a qual são criados e submetidos, muitos totalmente viscerais como o conto erótico anterior que fora postado durante a madrugada após um show do Detonautas no interior de São Paulo.
Não se acanhem em me corrigir quando algo realmente estiver machucando vossas retinas, porém busquem um pouco mais de flexibilidade adaptando vossa leitura a maneira com a qual o autor do blog se propõe a escrever. Caso algum dia resolva publicar um livro ou algo assim com certeza meus editores não deixarão passar qualquer escorregão. Minhas colunas nas revistas e jornais são sempre revisadas de forma que aqui me permito o direito de errar quando for o caso.

Não por coincidência talvez hoje seja o dia do professor e esteja discorrendo a respeito de um assunto tão importante. Nunca fui um aluno exemplar, mas sempre eficiente no que me propus a fazer. Repeti de ano algumas vezes e fui expulso de várias escolas, talvez por não ter paciência para dar continuidade a um currículo chato e ultrapassado que contesto ainda hoje nas escolas tradicionais ou mesmo por ter um comportamento fora dos padrões. Para meus filhos escolhi uma outra abordagem educacional. O Construtivismo que é bem diferente dos métodos utilizados na maioria das escolas tradicionais. Ainda sim, voltando a minhas experiências dos tempos de escola, consegui terminar meus estudos e passei no vestibular para as cadeiras que me interessavam. Sempre tive imenso respeito pela figura do professor e depois de tomar consciência de seu papel na sociedade me tornei ainda mais entusiasta daqueles que escolhem esta profissão. Professores deveriam ser tratados como heróis no Brasil, deveriam receber salários compatíveis com suas atividades e responsabilidades e precisam ser mais bem tratados por nossos digníssimos representantes. Sabemos que não há interesse dos poderosos em criar condições dignas para que os jovens que não tem posses que os conduzam a uma escola particular recebam assistência do Estado nas exigências básicas para se criar uma geração que de fato possa fazer a diferença nesse país. Sabemos que quanto mais gente ignorante, quanto mais a massa for transformada em gado, menos pessoas estarão acompanhando o desempenho de nossas autoridades. Ainda sim existem muitas pessoas que dedicam suas vidas a tirar o véu do analfabetismo, da alienação completa nos conhecimentos básicos, dos olhos daqueles que de alguma maneira fazem contato com o conhecimento e a sabedoria de um professor. Professor a meu ver deveria ganhar o equivalente a um deputado ou mesmo a um vereador, como precisamos de muitos professores para construir uma nação digna e os salários exorbitantes desses políticos quebrariam os cofres públicos então a solução seria diminuir a verba investida nesses homens de terno e gravata ( que na minha opinião deveriam ser voluntários e não assalariados) e investir em quem de fato faz alguma diferença na vida de nossas comunidades.


Contraditoriamente hoje em dia passo muitas semanas dentro de escolas e faculdades, mesmo tendo a música, a estrada e uma banda de rock como meio de ganhar a vida. O trabalho com o Voluntários da pátria me leva a salas de aula em todo país. Faço contato com alunos de instituições públicas e particulares e enxergo os professores como seres humanos de muita coragem e bondade. Aprendo muito e talvez até mais com essas experiências que me agregam conhecimentos de todas as áreas tendo em vista que não selecionamos os cursos com os quais atuamos. Essa oportunidade única é um presente que agradeço e reconheço como fundamental na minha formação como cidadão, artista e ser humano.

Fica aqui minha gratidão a todos estes profissionais tão importantes e tão mal tratados pelo poder público.

Bom, estava disposto a contar como foi nossa apresentação ontem em Itatiba em noite de lua cheia, música, poesia e intervenções da platéia, mas acabei me empolgando. Estava com a idéia de compor ainda este texto com os últimos livros que li e com os que estou lendo.
Tenho uma lista bem interessante que lhes oferecerei num próximo post.

O Amor que mata! Meu coração Sangra á cada Amanhecer!







O amor mata.
Sim o amor, o homicídio, o ódio e a ausência da razão são amigos íntimos. Assim como a manipulação da mídia, o poder, o dinheiro e a corrupção andam de mãos dadas. A essência humana é conflituosa e uma vez que um ser humano decide partir para o tudo ou nada através da violência fica nítido que naquele momento naquele espírito a consciência não habita mais.

A paixão é uma doença, com sintomas claros, com tempo de duração.
O amor é estranho, digo, o amor entre homem e mulher ou entre parceiros do mesmo sexo para ser mais abrangente. Esse amor romântico que tanto se vende nas novelas e nos filmes. Esse amor que idealizamos e buscamos em nossos pares. Esse amor que não respeita a individualidade, que é mais posse do que vida, que é mais medo do que liberdade. O amor que não permite passos além de suas vistas, esse amor que muitos de nós alimenta.
Não é amor.
O que é de fato amor?

Se não estiver comigo, não ficará com ninguém.
Eu morreria por você.
Eu mataria por você.
Eu mentiria por você.

Esse amor não está na verdade, está na proteção a ela. Esse amor não está no coração, está no centro do peito bem ao lado da angústia. Ao ser amado o amor se revela uma grande corrente de energia vital. Ao ser rejeitado o amor se transforma em mágoa, a mágoa pode se dividir em saudade, em tristeza, mas pode se amigar ao ódio e o ódio não poupa esforços para se transformar em vingança e a vingança é impulsiva e ao dominar uma mente, powwww, pode ter um trágico fim.

Humanos gostam de finais felizes, contudo tem predileção por tristes fins. Desses que se tornam avalanches de pensamentos, que geram conflitos de opinião, que vendem jornais, revistas e comerciais de TV, que podem promover um jornalista, que podem alavancar um ótimo bônus para quem conseguiu o melhor ângulo. Rendem textos, opiniões de especialistas, críticas fundamentadas e outras tantas sem qualquer racionalismo presente. Tristes fins servem de exemplo, finais felizes para muitos são incompatíveis com a realidade. A realidade é tão escorregadia que não sabemos ao certo como defini-la.

O amor tem várias faces, mas certamente a mais comum para muitos é a do sofrimento. Pois uma vez que se está amando, não se quer que esse amor termine, porém nada é eterno e sendo assim, apostar num amor deveria ser também comprar a idéia de que um dia, talvez, ele possa terminar. Deveria ser assim, mas quem entra numa relação pensando no seu fim?
Esse amor é egoísta e para nos protegermos é que juramos fidelidade, juramos eternidade, inventamos símbolos que representam o acordo entre os casais.

Coloque esta aliança e jure para mim que nunca me deixará.
Coloque este anel para que todos possam ver a quem pertence.
Vamos diante de Deus proclamar nossa devoção ao formato que garanta a nós um final feliz.

Sorte daqueles que conseguiram manter este pacto com dignidade.

Esse amor assassino é uma patologia de tal sentimento. É a esquizofrenia que ganha forma e se faz presente.
É o plus da posse, do medo, da insegurança. É o auge da cegueira a qual nos submete. Esse amor não é somente um deficiente visual, é um deficiente auditivo, é um deficiente mental, mas é também um eficiente mecanismo de existência. Amar é sentir-se vivo e a contradição está justamente ai. Quando estamos nos sentindo mais vivos é quando não estamos sentindo mais nada ao nosso redor. Só o amor, só o que nos faz bem. Shopenhauer já dizia viver é sentir dor. O prazer é a ausência dessa dor e nós estamos constantemente buscando o alívio e quando esse alívio não se encontra mais porque o ódio é gêmeo e também deficiente então a morte é o melhor remédio.

Uma vez que se começa um seqüestro, não tem mais volta. Não tem como se arrepender. O seqüestro é um crime hediondo tanto para o criminoso quanto para o refém, pois não permite mudar de idéia. Não estamos falando do seqüestro premeditado para ganhar dinheiro, esse não precisa ser analisado, pois como o assalto a banco ou como a tortura é um crime profissional. Falamos do seqüestro por desespero, esse que acompanhamos atentos é o que na maioria das vezes tem conteúdo e ingredientes para se tornar um futuro documentário ou uma atração de TV. Como foi o do ônibus 174. O que era para ser somente um assalto virou uma megaprodução de cinema e terminou como o Diabo e os humanos gostam, com sangue e morte ao vivo e a cores.

Esse rapaz que saiu em busca de vingança, armado e invadiu a casa mantendo a ex-namorada e outros jovens como reféns, estava completamente movido pela paixão ao ódio. O ódio também apaixona os humanos (as guerras são as melhores prova disso). Foram cem horas de negociação. Imagino quantos pensamentos não se passaram por aquela cabeça completamente perturbada, acuada, distorcida, amamentada pelo desejo de acabar de uma vez por todas com a dor que estava sentindo no peito, na alma e com a causadora de tal transtorno. A rejeição é insuportável para alguns. Independente de machismos ou “achismos”, ali não estava apenas um jovem homem e uma jovem mulher, ali estava, uma alma desesperada e uma menina que se permitiu por um tempo viver o que outras milhares de adolescentes vivem: a descoberta do amor. Só que nesse caso prematuramente ele veio acompanhado de seus amigos íntimos e essa conjuntura rara nunca termina bem.

Ao se transformar num seqüestro, o que poderia ser um acerto de contas, ou uma tentativa de retaliação, ou uma ameaça, ou qualquer outra atitude menos grave, torna-se um caminho com apenas duas possibilidades, a privação da liberdade ou a morte. Na cabeça de um jovem de 22 anos, lidar com todos estes acontecimentos após ser movido por um impulso violento que por sua vez fora criado por uma rejeição que por sua vez é reflexo do termino de um relacionamento que por muitas vezes é colocado como objetivo principal na vida de uma pessoa e que por fim é idealizado com algo eterno, não deve ter sido realmente simples. Aceitar morrer ou ser preso.
Como?
Em algum momento depois da perda da razão o espírito deve ter voltado ao corpo e concluído, estou fodido, não tem mais volta, não tenho saída. Não há o que fazer senão apenas adiar a conclusão. Daí todas as horas de espera.

Nesse momento deslocamos as atenções do amor e do jovem e da loucura e entregamos a quem deveria ter competência de solucionar o problema do amor, do ódio e da vingança com razão e cautela, a polícia. E o que aconteceu?

Uma adolescente recebe um tiro na cabeça e outro na virilha, a outra adolescente que havia saído e retornara para negociar (????) recebe uma bala na boca e por fim o rapaz de 22 anos sai algemado e vai para seu destino natural, a prisão, de onde provavelmente jamais sairá sem danos permanentes no corpo e na alma.
Uma família perde uma filha, outra família perde seu filho, se salva apenas aquela que tentou fazer o papel que a polícia deveria fazer.

Os policiais paulistas envolvidos no caso, dizem que só invadiram o cativeiro após ouvir disparos. Os populares que estavam curiosamente acompanhando o caso de perto garantem que não foram ouvidos qualquer disparo antes da invasão. Numa entrevista hoje a tarde um Coronel diz que os diálogos entre os adolescentes envolvidos estavam sendo monitorados e pareciam mais conversas entre amigos e que jamais esperariam uma conclusão como aquela. O fato é que, nada vai trazer de volta a vida da jovem menina.
O despreparo dos profissionais envolvidos mais uma vez será colocado em questão.

O que me parece é que faltou razão a todos que participaram deste fatídico episódio e que não faltará assunto ao longo de toda a semana para que possamos explorar esse nosso gosto pela tragédia.

O amor, o homicídio, o ódio e a ausência de razão são amigos íntimos.
A polícia deveria saber bem disso antes de entrar em ação diante das câmeras de TV.






Bjão Jéssica

Coitadinho do Dantas!




Dantas é Inocente, culpado é PROTÓGENES.
Vejam como são as coisas nesse país.Como anda tudo muito bem amarrado para que os corruptos e os bandidos do alto escalão não sejam atingidos.Agora não é mais o DANIEL DANTAS quem vai ser preso e sim o Delegado que o investigou, Protógenes Queiroz.A PF vai indiciar o Delegado por 5 crimes, porém o principal deles é : TENTAR COLOCAR EM CANA UM BANQUEIRO QUE TEM BOA PARTE DO CONGRESSO NACIONAL, STF ENTRE OUTROS ÓRGÃOS INFLUENTES A SEU FAVOR.
Na semana passada a revista "Carta Capital" publicou uma ótima entrevista com o delegado. Quem quiser se interar no assunto por um outro ângulo, vale a pena dar uma pesquisada.O Brasil é um navio de piratas, quando se toca em algum poderoso fazendo com que os esquemas que sustentam os pilares da politicagem desse país sejam abalados, o criminoso é você.
Tá na cara que isso é mais um passo para blindar o banqueiro que caso hipoteticamente algum dia se juntasse a Fernandinho Beira-mar para contar a história recente do Brasil, não deixaria pedra sobre pedra.
VERGONHA DESSE PAÍS DE BANDIDOS.

Marombeiros...futuros!




Marombeiros serão o futuro das energias alternativas.
As utopias sociais e intelectuais morreram. O mundo está hipocritamente politicamente correto, mesmo com suas instituições principais funcionando proporcionalmente inverso a tal lógica. É o dinheiro quem comanda e sempre comandou. Isso tudo é assunto mais do que esgotado, já não causa nenhuma surpresa, angústia ou ansiedade. Com um clique temos acesso a qualquer informação, falsa ou verdadeira. O Darwinismo sócio-intelectual encontra-se numa encruzilhada diante da forma Control V – Control C de se raciocinar, de modo que estamos nos tornando um planeta onde o ato de pensar torna-se inevitavelmente desnecessário se existir ao menos um ser humano pensando por nós.
E redundantemente pensando nisso, logicamente de maneira politicamente correta foi que resolvi dar uma alternativa auto-sustentável para a criação, o desenvolvimento e a manutenção de uma nova fonte de energia não poluente.
Há tempos atrás existiam para cada academia de ginástica, três lugares onde as pessoas poderiam fazer contatos com livros. Hoje isso é irrelevante, para cada lugar onde pessoas possam fazer contato com livros existem no mínimo 10 academias. As utopias se transformaram em metas bem mais simples de serem atingidas. Utopias físicas. Onde o corpo pode contemplar a perfeição. A imagem esteticamente “divina”, o regozijo de músculos delineados, “lipoesculturais”, ultra firmes, super desenvolvidos, maravilhosamente atraentes em almas que buscam cada vez mais a satisfação de uma estética parnasiana. Bundas onde qualquer sinal de celulite deve receber atenção e intervenção imediata, como se aqueles pequeninos buracos fossem terroristas prontos para destruir o alicerce da harmonia mundial. Abdomens milimetricamente trabalhados, com ângulos de noventa graus se formando a cada gomo que sobressai entre a linha que os divide, qualquer excesso de gordura deve ser imediatamente eliminado sob o risco de causar transtornos paranóicos que possam levar a insônia e outras patologias do sono.
Seios fartos e duros, pernas torneadas, bíceps e tríceps em alto relevo como paisagens de álbuns de fotografia artística dos Alpes mais famosos do mundo. Não se faz mais necessário buscar a beleza no sistema, pois ela poderá ser encontrada imediatamente diante de seus olhos ao mirarem-se no espelho.

Isso pode ser mais útil para a sociedade do que pensam aqueles que apenas gostam de apontar seus dedos duros de inveja numa extensão de seus braços molengos em seus corpos flácidos. Pois a geração “saúde” e principalmente aquela que usufrui de complementos químicos para atingir a forma cada vez mais ideal, exemplo de potência e beleza, tem muito a nos oferecer no que diz respeito à produção de energia elétrica.

Hã??????

Pois bem caros leitores. Estou aqui para sugerir um novo método de produção de energia elétrica, onde poderemos economizar nosso dinheiro em meio à crise das bolsas e a constante subida do dólar que fará nossa luz custar mais caro a partir do próximo mês. Com esse novo sistema, poderemos proporcionar energia não poluente para os mais diversos tipos de atividades e tudo isso aliando ganhos a estes determinados seres humanos que diariamente buscam em seus centros de treinamentos a forma perfeita.

Como funcionaria?

Cada academia de ginástica seria uma central 24 horas de fornecimento de energia. Os aparelhos de musculação estariam ligados a pequenos receptores que transformariam os estímulos mecânicos provocados por nossos marombeiros em suas incessantes repetições, em potência elétrica que por sua vez ficaria armazenada numa bateria central que distribuiria para o bairro energia suficiente para suprir todas as necessidades diárias de cada lar, condomínio, comércio e etc. Imagine o quanto de energia não poderíamos obter numa super aula de Spinning ou numa sala de running class? Pensem em quanto poderíamos produzir com o suporte de nossos “atletas”?






Bjão...Jéssica